Parque de Estudo e Reflexão Retiro
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Movimento social para criar uma consciência não-violenta mundial e pôr fim às guerras.
Surgiu em 1994 e foi apresentado internacionalmente em 1995, no Encontro Aberto do Humanismo, na Universidade de Santiago do Chile. Atua em cerca de 40 países, com campanhas como “2000 sem guerra”, “Educação para a Não-violência”, a Marcha Mundial pela Paz e a Não-violência e o Fórum Mundial pela Paz e a Não-violência.
A história registra mais de 2.500 guerras, feitas para redistribuir bens sociais pela violência armada. Poderosas forças sociais têm interesse nelas, como o complexo militar-industrial e o comércio de armas, e a tecnologia produz armas cada vez mais devastadoras contra a população civil.
Criar uma consciência não-violenta mundial. Lutar pelo fim das guerras e conflitos armados, pela eliminação total das armas nucleares, pelo desarmamento convencional proporcional e progressivo, pela retirada de tropas invasoras e pela renúncia à guerra como meio de resolver conflitos.
Busca somar-se ao movimento antiguerra, conectando ramos dispersos do pacifismo e da não-violência, e agir na base social com o olhar sempre global. Suas ferramentas: denúncia, desobediência, vazio, greves, mobilização de rua, boicote e ações coordenadas e simultâneas.
Equipes de base (cerca de 10 membros) se articulam em Equipes de Coordenação Nacionais e em uma Equipe de Coordenação Mundial (12 membros, eleitos a cada dois anos por voto direto). Membros plenos, ativos e apoiadores participam sem discriminação.
Documento do Movimento Humanista; Manual de Formação Pessoal; Obras Completas, de Silo; Desarmamento e Reconciliação para um mundo sem guerras, de Rafael de la Rubia (2007); Autoliberação.
Fonte: humanistmovement.net